Para atender ao grande número de turistas que frequentam o Instituto Mauá, o Mercado Modelo e o Pelourinho durante sua passagem por Salvador, o artista Carlos Leonor adaptou seu gênero artístico aos temas baianos dedicando-se ao artesanato de madeira, de camisetas, além dos seus tradicionais estardartes de couro em tamanho reduzido.
Na década de 90, comercializou em consignação com barracas e lojas desses grandes de Centros de Artesanato da Bahia, peças de madeira em vários tamanhos e camisas de malha pintadas e personalizadas com os mais variados temas baianos.
Nessa ocasião, participou como artesão do I Encontro Nacional de Artesanato realizado no Solar do Unhão, quando distribuiu para os presentes sua Ode à Cidade do Salvador.


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